Fazer poesia é algo como sentir o que não foi sentido, viver o que ainda não foi vivido, imaginar o imposssível e ver o invisível, fazer poesia é como bordar no papel com muitas cores e nuances até o desenho ficar pronto com todos os encaixes com muitos detalhes formando paisagens de dentro do coração, da intuição. Poesia é arte de pensar e escrever, é arte ritmada, embalada de emoção.
sábado, 30 de julho de 2011
Dias e noites
Uma pincelada de luz
clareia o céu pintado de azulão,
é a lua que torna a noite menos densa
iluminando a imensidão.
Respingos brilhantes
emolduram a tela,
finalizando a arte.
Pássaros começam a cantar.
E a tela de dourado
vai sendo pintada,
nuances estão sendo realçadas.
E a imensa tela,
mais uma vez transformada.
domingo, 17 de julho de 2011
Um outro mundo
Quero penetrar nesse mundo inatingível,
quero invadir o invisível.
Trilhar por esse caminho
de pétalas e flores,
sentindo o perfume,
apreciando suas cores.
Ao retirar o véu do esquecimento,
compartilho alegrias com laços eternos,
recebendo e doando energias.
Ao aterrizar no meu mundo,
trago comigo resquícios, flashs
dos momentos vividos,
que muitas vezes de tão emocionantes
se tornam até, um pouco sofridos.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Liberdade
Abro as portas do meu coração,
deixo voar um pedaço de mim
carregado de emoção.
Suas asas são grandes e fortes
sei que conseguirás!
O tempo vai secar as lágrimas frias
que escorrem pelo meu rosto.
Te espero,
pois sei que voltarás.
deixo voar um pedaço de mim
carregado de emoção.
Suas asas são grandes e fortes
sei que conseguirás!
O tempo vai secar as lágrimas frias
que escorrem pelo meu rosto.
Te espero,
pois sei que voltarás.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Vida

A cada página do livro que viro
ou do dia que chegou ao fim,
renovo as esperanças dentro de mim.
Espero em cada nova página
que o sol nasça
e que ilumine a nossa raça.
Que todos possam enxergar
aquela estrada iluminada
naquela página desenhada,
e ao folhar o livro
no final de mais um dia,
ter certeza
que aquela luz, é nosso guia.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Alento
Minha alma chora
meu corpo ferido.
Grita, soluça, implora
meu corpo, minh'alma.
A cura pra dor
o amor pra cura.
meu corpo ferido.
Grita, soluça, implora
meu corpo, minh'alma.
A cura pra dor
o amor pra cura.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Tento encontrar
Uma porta se abre lentamente,
ouço o ranger.
Percorro em minha mente os caminhos propostos,
encontro várias passagens
mas tenho medo de me perder na viagem.
Ando pela grama fofa, macia,
agora amassada pelas minhas pegadas,
sinto o frio do orvalho gelando meus pés
e a névoa que envolve o ar
dificulta minha visão, me impede de olhar
qual porta está aberta,
onde posso entrar.
Continuo andando pela estrada deserta
tentando sempre
encontrar a porta certa.
Percorro em minha mente os caminhos propostos,
encontro várias passagens
mas tenho medo de me perder na viagem.
Ando pela grama fofa, macia,
agora amassada pelas minhas pegadas,
sinto o frio do orvalho gelando meus pés
e a névoa que envolve o ar
dificulta minha visão, me impede de olhar
qual porta está aberta,
onde posso entrar.
Continuo andando pela estrada deserta
tentando sempre
encontrar a porta certa.
Passos
Que nos levam a vários caminhos,
passos que nos trazem de volta pro ninho.
Dias e dias percorridos na estrada da vida,
muitas vezes sofridos.
Passos perdidos.
Caminhos se encontrando.
Infinitos passos.
Caminhos sem fim ...
Dias e dias percorridos na estrada da vida,
muitas vezes sofridos.
Passos perdidos.
Caminhos se encontrando.
Infinitos passos.
Caminhos sem fim ...
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